“Não é maçom quem quer” diz António Arnaut

O ex-grão mestre do Grande Oriente Lusitano-Maçonaria Portuguesa, António Arnaut, defendeu que os maçons não devem ter medo de tornar públicas as suas relações com a organização. Ver entrevista

Comunicação do Grão mestre Fernando Lima

No difícil momento económico e social que Portugal vive e cujos efeitos na vida quotidiana dos cidadãos são infelizmente cada vez mais sentidos, é urgente saber orientar as energias para o que efectivamente é importante: Ler mais

Magalhães Lima um idealista impenitente

Editado pela Colecção Parlamento, da Assembleia da República, Magalhães Lima: um Idealista Impenitente, da autoria de António Ventura, foi  lançado na Biblioteca da AR. Ler mais

 

 

 

Grande Oriente Lusitano

Maçonaria em Portugal

A introdução da Maçonaria em Portugal remonta ao segundo quartel do século XVIII. Talvez por 1727, foi fundada por comerciantes britânicos estantes em Lisboa uma loja que ficou conhecida nos registos da Inquisição como dos “Hereges Mercadores”, por serem protestantes quase todos os seus membros. Esta loja veio a regularizar-se em 1735, filiando-se na Grande Loja de Londres onde obteve, primeiro, o número de registo 135 e, depois, o 120. Só em 1755 seria abatida ao quadro das lojas de presidência londrina, embora provavelmente não trabalhasse desde havia muito. A Inquisição não a incomodou, por certo devido à nacionalidade e à homogeneidade profissional dos seus participantes, protegidos pelos tratados com a Inglaterra. Ler mais

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